1.
Todo homem tem a mulher que merece.
2.
A fidelidade é um negócio torpe, obscuro.
3.
Os rostos no metrô me esmagam. Passo mal com eles. São caras idiotizadas, idiotizantes.
4.
Todo discurso é uma enganação. Qualquer pulha discursa e pode convencer.
5.
A felicidade é algo que só Deus conhece, de fato.
6.
Beber é um ato de convencimento.
7.
O homem só existe por ser inquieto. Está na essência do homem importunar seu semelhante, diariamente.
8.
Em termos de mulher, o homem está sempre DEFASADO.
9.
Qualquer cachorra é uma possibilidade.
10.
"Dusquene, você é genial".
"Às vezes, baby".
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Filosofia de albergue
Vicky Valentine deu o rabo e se arrependeu
Era o único buraco virgem em seu corpo
Ellmore aproveitou bem aquele buraquinho
Depois, quando Vicky chorou,
fez de tudo para confortá-la:
"Foi só no cuzinho, bem. Ninguém nota".
"Mas você me arreganhou..."
"Que nada, baby. Só foi a metade..."
Era o único buraco virgem em seu corpo
Ellmore aproveitou bem aquele buraquinho
Depois, quando Vicky chorou,
fez de tudo para confortá-la:
"Foi só no cuzinho, bem. Ninguém nota".
"Mas você me arreganhou..."
"Que nada, baby. Só foi a metade..."
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Noite de gato ensopado
Para entusiasmar Marion, vesti minha sunga Playboy de seda. Um colosso. Dentro dela, é claro. Meu obelisco do Egito passava, uns cinco centímetros, da borda da sunga, quando vi Marion de lingerie novinha em folha. Aquela égua, linda, loura, carnuda como anca de búfala. Fui me aproximando. Subi na cama e o obelisco venceu a seda, que escorregou no pau. O troço roxo desceu, apontou para Marion como uma seta de "Siga adiante".
Eu ri. Ela gargalhou. Que foda, meu bom Deus. Que foda seria aquela.
Eu ri. Ela gargalhou. Que foda, meu bom Deus. Que foda seria aquela.
Como compro sapatos
Sempre comprei meus sapatos. O homem que não compra seus próprios sapatos não é digno de viver sobre a terra. Tenho um método para comprá-los. Deixo a coisa ficar bem gasta, em petição de miséria. O solado esburacado. Então, entro na loja, escolho um par, invariavelmente preto. Calço. Vou pelo conforto. E nada de fivelas e tremeliques. Coisa de veado. Sapato seco, discreto, forte, para bater. Pago e já vou calçado com o novo. Deixou o par velho e roto na caixa, para que a atendente jogue fora, ou enfie aonde couber. Nem me despeço dos velhos amigos. Que eles se fodam, não fizeram mais do que a obrigação de me servir. Paguei por isso.
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
...
O que falar de Sandy?
E de Katrina?
Mulheres INESQUECÍVEIS
podem falar que Sandy não passou de tempestade...
Para mim foi furação, mano
US$ 50 bilhões em prejuízo...
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